As Aventuras de Biriba, Permuta e Bandeira na City Maravilhosa

por Tatá Aeroplano

A vida é apelido para paranóia. E como apelido pouco é bobagem. A trip do Cérebro Eletrônico no Rio de Janeiro foi marcada de imediato por um novo apelido a um dos integrantes da banda.

Permuta é o nome do apelido. Batizado via web horas antes do embarque pra cidade maravilhosa!

Pra embarcar rolou sufoco. Trânsito total em sampa e nosso querido amigo Gustavo Souza, com um torcicolo danado, foi herói conduzindo seu automóvel no meio daquela baderna de carros.

Conseguimos entrar no avião em tempo. Tempo mais ou menos. Nublado. Aterrizamos e logo aconteceu o primeiro destempero com o Cérebro, nosso querido Tristeza teve sua estante de teclado extraviada pela webjet (até a conclusão desse texto o item relacionado não deu as caras). Pelo visto alguém da empresa adquiriu um teclado recentemente.

Depois de perder alguns momentos no Santos Dumont. Rumamos para a locação onde é gravado o programa Experimente do canal Multishow. Quem se encarregou de levar a banda, foi o motora Flu, simpático e falante motorista vestido devidamente com uma camiseta do Fluminense. Para preservar nossa ida e retorno intactos não ousamos dizer ao motora que sua van levava 4 corintianos fanáticos.

Chegamos em São Conrado e a beleza exuberante nos matou de alegria. Que pico louco, que lugar maravilhoso. É o Rio! É o Rio.

Desci do carro e encontrei Nevilton e banda que também estavam gravando o programa, que é apresentado pelo amigo Beto Lee, gente finíssima e brother que eu admiro muito.

Não demorou muito e gravamos a entrevista com o Beto, e em menos de meia hora passamos o som e mandamos brasa com 4 canções do novo disco do Cérebro, todas executadas de prima, graças ao nosso fabuloso técnico de som Rodolfo Yadoya que junto com a excelente equipe técnica do programa mandaram um sound de primeira pra gente.

Nosso batera segurou a onda mesmo com o torcicolo doloroso, e mesmo contundido não foi poupado de receber um novo apelido: Bandeira. Era o único da banda que não vestia óculos escuros na hora da gravação!!!!

Depois de gravar o Experimente ainda participamos do programa da Erika Mader e só depois descemos pela passagem do Fabuloso Destino para reencontrar o motora Flu, que acompanhou nossa gravação e tinha virado fã do Cérebro. Nosso manenger, Juliano Polimeno o presenteou devidamente com um promo de “Deus e o Diabo no Liquidificador”.

Flu nos deixou em frente ao prédio da Oi no bairro de Ipanema. Carregamos nossos equipos escadaria acima. Agora para gravar um programa ao vivo para a Rádio Oi. Fomos muito bem recebidos, e o astral do fim do dia foi garantido com um pequeno show ao vivo apresentado pelo Nando. Terminada a sessão, desmontamos acampamento e gritamos: – TAXI!!!!

Finalmente chegamos no Hotel Itajubá. Praticamente ao lado do Teatro Rival. Deixamos nossas malas e pertences nos quartos e tomamos conta de um boteco charmoso que ficava ao lado de onde estávamos hospedados. Rangamos e tomamos várias até o lugar fechar. Ai o jeito foi subir para um dos quartos e continuar com o festerê. Para se ter uma idéia, acabamos com todas as cervejas dos 4 quartos cerebrais. Nessas eu recebi o apelido de Biriba, ou melhor, DJ Biriba, já que tinha apelidado naquele dia o Tristeza de Permuta e o Gusta de Bandeira.

E por falar em Gusta, depois das duas apresentações (Experimente e Rádio Oi), o torcicolo dele inflamou de uma maneira que ele ficou com muita dor, o que o impossibilitou de fazer o show com a gente no dia seguinte… e quem assumiu a bronca cerebral de maneira impecável foi nosso amigo Marcelo Callado da banda “Do Amor”!!!

… segue mais sobre o Rio … logo mais!!

Cérebro Eletrônico na Festa Sexta!

por Tatá Aeroplano

Primeiramente gostaria de agradecer a todos que levam o som, o astral e as músicas da banda pra frente. Todos que twittam, enviam mensagens e escrevem sobre o disco ajudam a ventar nossas canções cada vez mais longe.

Nesse fim de semana fizemos dois shows que foram incríveis. O primeiro aconteceu na sexta, dia 05, no Studio SP, no projeto Cedo & Sentado.

Foi mais uma apresentação astral da banda, e dessa vez recebemos dois convidados mais que especiais: André Frateschi e Miranda Kassin, os dois acabaram de lançar o lindíssimo álbum : Hits do Underground, onde apresentam releituras de canções da nova cena “underground” brasileira, eles gravaram uma bela versao da música “Dê” do Cérebro.

Eles subiram no palco com a gente pra cantar outra música: 220v, composição que está no novo do Cérebro e também no Hits do Underground e é de autoria do nosso querido amigo Peri Pane.

Fizemos uma versão pra 220v mais Jazzy, easy listening e ficou bem legal. Depois do show Cerebral, rolou um novo show no Camarim, com Helio Flanders e André Frateschi se revesando na viola, momento mágico antes do gran finale da noite!

Gran Finale em alto estilo com o show de André e Miranda cantando os Hits do Underground.  Então a night pegou fogo de vez! Só para dar um gostinho do que rolou, eles fizeram “Artista é o Caralho”, música do Rubinho Jacobina, “Zeitgeist” do Numismata, “220v” do Peri Pane, Helio Flanders participou em Semáforo, e eu cantei “Dê”.

Depois …. de umas e outras … terminamos a noite mesmo com mais música no Camarim, era hora de partir, mas antes segue uma constatação que o Frateschi fez sobre a música “220v” do Peri Pane que naquela noite esteve em Botucatu defendendo a cria num festival da canção.

André disse: “ Tatá, hoje não é “220v” é “660v” porque a música do Peri vai ser tocada três vezes … sendo que fizemos ela duas vezes, André e Miranda uma e Peri Pane uma no festival …. Há um pequena correção …. A noite do 05 de Novembro de 2010 …. Foi “880v”!!!!!!!!!!!!!

Esse post vai pra turma que acompanhou ao vivo nossa passagem de som  pela TV TRZ no famigerado Galpão Busca Vida!

Desestabelecerei (HipHop freak version)

por Cérebro Eletrônico

Na van de Mr. Baggio (chefe da Revolta das Biribas), voltando do Festival Demosul, “Desestabelecerei” – faixa do novo álbum “Deus e o Diabo no Liquidificador” – ganha uma versão Hip-Hop.

Deus é mais, o Diabo é menos, o Homem é mais ou menos!!!

Publicado em 17/10/2010 as 15:46 | Categoria: Banda,Shows | Comments (2)

Automático

por Tatá Aeroplano

Viva a escrita automática … improviso total … improviso real … com palavras nos vemos nos cabelos encaracolados dos malucos que enfeitam as ruas de São Tomé das Letras … Viva São Tomé!

Terra em Transe! Pra glauber dedicamos esse disco … o homem imagem … o homem palavra … dedicamos também pro Sganzerla … pro Ozualdo Candeias … pro Sérgio Person … cinema alimenta música … música alimenta cinema …

… palavras perdidas no centro da cidade ausente … uma perna semente em tantas direções que permaneço intacto com os pensamentos = estilhaços…

debaixo do cobertor … medo e delírio

Publicado em 12/10/2010 as 03:31 | Categoria: Geral | Comments (2)

Deus e o Diabo no Liquidificador

por Cérebro Eletrônico

O Cérebro Eletrônico lança seu terceiro disco, “Deus e o Diabo no Liquidificador”. Com produção de Alfredo Bello (DJ Tudo) e Fernando Maranho, o álbum traz onze músicas, dez delas com letras assinadas por Tatá Aeroplano, sendo três em parcerias com Fernando Maranho, Isidoro Cobra e Marcelo Coutelo. Peri Pane colabora com “220V”, única canção do disco que não é de autoria da banda.

“Deus e o Diabo no Liquidificador” conta com participações especiais de Helio Flanders (Vanguart), Tulipa Ruiz, Leo Cavalcanti, Carlos Zimbher, Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo), Dudu Tsuda (teclado), Guilherme Calzavara (trompete), Maurício Fleury (teclado), Isidoro Cobra (voz), Alfredo Bello (moog e voz), Ana Elisa Colomar (violoncelo), Cíntia Zanco (violino) e Marcelo Monteiro (sax e flauta).

A banda chega ao seu terceiro registro depois de uma trajetória bem-sucedida com “Pareço Moderno”. O elogiado segundo álbum rendeu ao Cérebro Eletrônico indicações a prêmios, participações em grandes festivais ao lado de atrações internacionais e lugares privilegiados nas principais listas dos melhores lançamentos musicais do ano (2008) da imprensa especializada.

Em “Deus e o Diabo no Liquidificador”, o quinteto investe na sonoridade pós-tropicalista ora com acento pop – como nas faixas “O Fabuloso Destino do Chapeleiro Louco”, “Realejo em Dó” e “Os Dados Estão Lançados” –, ora com elementos da música brasileira, como as carnavalescas “Desquite” e “Desestabelecerei”. A primeira traz as vozes de Tatá, Tulipa Ruiz, Leo Cavalcanti, Gustavo Galo (Trupe Chá de Boldo), Carlos Zimbher e Isidoro Cobra e os teclados Dudu Tsuda em clima de baile no salão. Já “Desestabelecerei” emenda a marchinha em um breakbeat. O disco ainda conta com a balada “Cama”, o rock sessentista “Garota Esteriótipo”, com vocais de Hélio Flanders; e “220V”, do compositor Peri Pane.

Publicado em 11/10/2010 as 23:41 | Categoria: Album | Comments (1)